terça-feira, 22 de setembro de 2009

NO WAY BACK.

Meu tempo tá meio apertado aqui, mas não podia deixar de postar hoje. não podia deixar de falar, falar, falar e não dizer nada, como sempre faço, hahah. mãs acho que hoje tenho sim algo a dizer.

é, quanta paulada, quanta rasteira, quanta falta de sorte (sorte?), quantas ironias do destino hahah, quanta merda, quantos clichês. palavras podem ser clichê, mas sentimentos nunca.. e é sobre os meus que cá estou hahahaha.

bom, há muito muito tempo eu não crescia TANTO quanto cresci nos ultimos tempos. no último mês, pra ser mais exata. não em todos os aspectos, até porque hoje mesmo eu tava fazendo um sapinho de papel pular e tava rindo da voz do Nery, rs e a juh tava me chamando de criança qq mas cresci. precisei de um bom tempo pra ocnseguir botar as idéias no lugar, mas acho que dessa vez foi foda.
aprendi que tem horas que não adianta nadar contra a maré, e por mais fé e poder que a gente tenha, não é o tempo todo. aprendi que tem horas que não dá pra suportar, não dá pra aguentar, e é quando a gente vê de fato quem tá do nosso lado pra nos segurar. aprendi que eu não sou nada sozinha e que só de sonhos não se vive. mais uma vez, mudei vários conceitos. é, sou uma metamorfose ambulante! mudei a minha forma de ver muitas coisas, mas principalmente pessoas. aprendi a aceitar as coisas como elas são agora, e principalmente que aceitar as coisas como são agora não significa nem nunca vai significar deixar de lutar por elas. por ele. cheguei muito perto do meu limite... do meu limite de TUDO e confesso que me assustei. achei que reagiria melhor a esses tombos, espero nunca mais pensar como vinha pensando ultimamente. sei muito bem o que eu quero e aprendi, dessa vez de verdade, que não tem como ir contra. quando tiver de se apagar, vai se apagar, não adianta eu tentar apagar por mim mesma. que não seja imortal, posto que é chama, mas que seja infinito enquanto dure.

Tem um verso lindo que eu poderia colocar aqui e cairia como uma luva. aliás, vou: com o tempo você aprende a diferença, a sutil diferença, entre dar a mão e acorrentar uma alma.
é, acho que não preciso dizer mais nada.

Leandro, mais uma vez tu me provou que é o dono de tudo. que é tudo. de uma vez por todas, eu te amo, minha vida.
sempre vou te esperar aqui, pra te entregar meu coração.

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